Sábado tive a oportunidade de ver ao “O Ilusionista” (2006), de Neil Burguer, protagonizado por Edward Norton, Paul Giamatti e Jessica Biel.
A história, baseada no conto “Eisenheim, O Ilusionista” de Steven Milhauser, gira em torno de um mágico (Norton), seu retorno a terra natal e posterior re-encontro com o seu amor de infância (Biel). Acontece que, seu amor é uma duquesa (assistimos em flashback o porquê dos dois não poderem ficar juntos na juventude: o até então aspirante a mágico era filho de um marceneiro e ela uma nobre) que está “prometida” ao herdeiro do trono austríaco mas que ainda o ama. Logo, o ilusionista se torna inimigo do príncipe que faz de tudo para desmascarar seus truques, utilizando para tal, seu braço direito, o inspetor Uhl (Giamatti).
Podemos assistir o filme de duas formas distintas:
1 – Visão do Afficionado Por Ilusionismo
Se formos atraídos ao filme pelo título e pelo início da trama vamos ter um problema: os truques do mágico servem apenas como pano de fundo para uma história romântica de época. Aviso desde já que as mágicas e ilusões não são explicadas e sequer podem ser consideradas realistas.
Neste aspecto, o filme é frustrante, principalmente no que diz respeito ao “último” espetáculo de Eisenheim pois fica, sim, aquela pergunta sem resposta: “Como ele fez isso?”
A partir daí, com olhar crítico, podemos questionar as escolhas da produção e a utilização de inúmeros clichês tais como: uso de tons sépia e imagem embaçada ao redor para retratar o passado; trama folhetinesca com história de amor impedida por condições sociais; desfecho surpreendente mas que nem por isso foge ao clichê (se não entendeu o que eu digo, assista e comprove!).
Nesta visão, o filme não possui atrativo algum ao espectador, melhor evitá-lo.
2 – Visão do Espectador Romântico
Se você almeja ver um filme leve, com um pano de fundo diferente (neste caso, o ilusionismo), uma história de época (que pode até ser batida) mas com bons atores e boa fotografia, este é o filme.
A começar por ter dois grandes expoentes da atuação americana: Norton e Giamatti mantém boa performance (não é o melhor papel da vida deles nem tampouco o pior) e Jessica Biel aparece linda nos trajes de época.
Além disso, a trama em si é cativante, e o desfecho, que poderia ser criticado na visão 1, se torna algo prazeroso e reconfortante para os fãs do casal de protagonistas.
A Minha Visão ?
Não esperava descobrir como o mago faz crescer uma árvore nem tampouco entender sobre este ou aquele truque, para tal há uma infinidade de documentários acessíveis na própria rede, portanto, fico com a visão 2 e aconselho: ao assistir, procure ver tudo por esse prisma: o filme fica bem melhor e passa a valer a pena!
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Marcadores (Tags): Edward Norton, Jessica Biel, O Ilusionista, Paul Giamatti
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fala fio, esse eu posso comentar pq já vi. Eu, embora não goste muito dos filmes “água-com-açúcar”, achei bem legalzinho esse. Como você disse, fico com a opção 2. Agora, como bom noveleiro, a globo “chupou” a idéia do cara em uma de suas novelas, mas não me pergunte o nome, copiou discaradamente. É isso ae! Keep up!
Abrax
ah!! e mais uma coisa, a Jessica Biel é sem comentários!!!!
Qual novela Gallazzi? É atual? Qual trama? A de um ilusionista que tem um amor “impossível”? Lembra ai que eu faço um post sobre isso
poutz cara, era uma novelinha das 6… chamada O Profeta… cópia discarada do filme…
mas na novela o cara meio q era tratado como paranormal…
enfim.. qdo vi o filme lembrei da novela…
abrax
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adorei sou ilusionista e amo esse artista deyvid orland