Se você nasceu nos anos 70 e gostava de desenhos animados deve saber muito bem quem é Marte, o Menino Biônico. Se você não se enquadra nessa descrição, saiba ao menos que graças a ele os quadrinhos japoneses são como se conhece hoje. Tudo bem, não é por causa do Marte, mas de seu criador, Osamu Tesuka.
Osamu Tesuka é considerado o principal responsável pelos traços e cinematografia existentes nos mangás até hoje. Sem contar os olhos grandes, característicos dessa arte.
O mais estranho é que Jetter Mars, nome original do Menino Biônico, é uma imitação do Astro Boy, desenho dos anos 60 que foi criado por… … Osamu Tesuka! Pois é, vai entender. O fato é que Jetter Mars foi sucesso no início dos 80 aqui no Brasil e não fez sucesso algum no Japão, diferente do Astro Boy que é até hoje venerado em terras nipônicas e, a época, sequer passou por aqui. No início dos anos 2000 o Astro Boy deu as caras por aqui mas já era a terceira versão do desenho.
Enfim, seja fã de Jetter Mars ou do Astro Boy, seja dos anos 60 ou 2000, não interessa, não há como não ficar feliz com a notícia do longa metragem que está sendo feito em animação 3D. Veja as imagens:
Ficou meio americanizado né?
Não interessa! Eu não vejo a hora de ver esse filme no cinema. Mas vou ter que esperar até novembro, data prevista para a estréia no Brasil.
Se você está ansioso como eu, contente-se com o teaser por enquanto:
Categorias: Cinema
Marcadores (Tags): Astro Boy, Jetter mars, Menino Biônico, Osamu Tesuka
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Confesso que fiquei feliz vendo isso, mas deu uma pontinha de medo.
Odeio quando assassinam a história de personagens queridos, e Hollywood tem esse dom… Mais alguém se doeu quando a Fênix, a mega entidade cósmica, virou um transtorno de personalidade? Ou só eu? ‘-’
Oi Lekkerding,
Pois é, o fato de o cinema ter que contar longas histórias em 2 horas acaba fazendo esse tipo de coisa.
Mas acho que no caso do Astro Boy não tem muito como fazer isso né? A história é mais simples, mais infantil… Mas eu tenho esse medo também, acho até já citei anteriormente aqui no Último Ato.